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Comprar conjuntos completos de mobiliário ainda faz sentido?

Os móveis têm mesmo de combinar todos?

Durante anos, mobilar uma sala era quase sinónimo de escolher uma coleção inteira.

Mesa, cadeiras, aparador, móvel de televisão e mesa de centro: tudo igual.

Hoje, a ideia de harmonia já não significa necessariamente isso.

Uma casa não precisa de parecer um catálogo

Comprar tudo da mesma coleção continua a ser uma solução segura e pode resultar muito bem.

Mas também pode tornar uma divisão demasiado previsível.

Uma mesa de madeira pode funcionar lindamente com cadeiras estofadas. Um aparador pode ter um acabamento diferente do móvel de televisão. E duas madeiras distintas podem conviver na mesma sala.

O segredo é existir alguma ligação entre as peças.

Pode ser a cor, o metal, a forma dos pés, a tonalidade da madeira ou simplesmente o estilo.

Não precisam de ser iguais. Precisam de parecer escolhidas para estar juntas.

E há uma vantagem em não combinar demasiado

Pequenas diferenças tornam a casa menos rígida.

Uma cadeira inesperada.

Uma mesa com outra textura.

Um aparador que se destaca.

São estas escolhas que fazem uma sala parecer construída ao longo do tempo e não comprada toda na mesma tarde.

Conjunto completo ou peças diferentes?

Os dois podem resultar.

Uma sala equilibrada não precisa de móveis iguais. Precisa de móveis que conversem entre si.

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